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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Algumas atividades de setembro e outubro!


Nos meses de setembro e outubro fizemos muitas pinturas livres; realizamos trabalhos com folhas que recolhemos no exterior, dando as boas-vindas ao Outono; brincamos lá fora, aproveitando os dias de calor com que fomos presenteados; e elaborámos o placard de Outono da nossa sala!

Educadora de Infância Zusana Diaz

Educadora Infor+





Mãe, escuta-me…

Confiar na linguagem dos bebés, saber ouvi-los e respeitá-los enquanto pessoas desde o início é o ponto de partida para cimentar alicerces e abrir o caminho para a felicidade familiar. Com base em pais convictos das suas competências e capacidades.

A Sofia ainda não tem uma semana de vida, mas já conhece bem a voz da mãe. Sabe que é ela que lhe acode quando chora, seja porque tem fome, a fralda suja ou simplesmente porque não se sente confortável. Sabe, à sua maneira, transmitir-lhe as suas queixas e a mãe, apesar de inexperiente, vai sabendo decifrá-las, confiando no “diálogo” e na interação que estabelecem. Desde que nascem, os bebés conseguem comunicar de forma eficiente com os pais e cuidadores, mostrando-lhe os seus gostos, preferências e desagrados. Mas como conseguem os pais de primeira viagem compreender esta linguagem, que se traduz em choros únicos, bocejos mais ou menos expressivos ou subtis expressões faciais?

Primeiro que tudo é preciso que os pais estejam convictos das suas competências e capacidades. Depois, que estejam disponíveis para alimentar esta relação dinâmica, que não é mais do que uma descoberta partilhada, essencial para o bom desenvolvimento emocional e social do bebé e uma oportunidade para traçar o caminho da felicidade. E é aqui, neste momento inicial de maior vulnerabilidade, quando os pais enfrentam dúvidas, angústias e receios, que os técnicos de saúde podem desempenhar um papel crucial, norteado por uma intervenção em prol do bebé e da família. Foi este o tema da conferência internacional “Valuing baby and family passion towards a science of happiness” (“Valorar a paixão no bebé e na família para uma ciência da felicidade”), que trouxe recentemente a Portugal o pediatra mais famoso do mundo: Berry Brazelton.

Clima devastador
Numa altura em que Portugal atravessa uma crise profunda, com consequências marcadas no equilíbrio e bem-estar das famílias e com repercussões importantes na cada vez mais baixa taxa de natalidade, esta conferência teve como objetivo promover o debate em torno das novas orientações e linhas de atuação, que têm vindo a incorporar conceitos como o da felicidade no léxico da pediatria, algo impensável até há pouco tempo. “Temos a terceira mais baixa taxa europeia de natalidade, uma taxa cada vez menor de casamentos e uma das taxas emergentes mais altas de divórcios. Tudo isto contribui para um clima devastador de infelicidade social”, explicou João Gomes-Pedro, pediatra e coordenador científico da conferência, sublinhando que “faz todo o sentido termos conseguido alcançar a taxa de mortalidade infantil a que chegámos, mas está na hora de olharmos para os vivos de outra maneira”. E, neste novo contexto, o profissional de saúde deve chamar a si uma nova responsabilidade: “Ser mediador da felicidade entre os bebés e as famílias”. Uma tarefa que pode ser dificultada pelos obstáculos que as famílias enfrentam nesta altura.

Berry Brazelton não tem dúvidas de que a parentalidade hoje é diferente e talvez até mais difícil: “Compreendo os tipos de stresse que os pais sofrem”. Mas também sabe que “conseguir dar resposta a estes fatores abre caminho à felicidade e permite que os pais se abram para os seus filhos”.

O stresse que as famílias enfrentam “interfere com as relações e torna mais difícil a compreensão e a empatia com as crianças”. Como consequência, “o seu desenvolvimento emocional e social é afetado”. Um dos maiores fatores de stresse da atualidade é “a alteração da estrutura familiar”. “A monoparentalidade é um desafio que acarreta muito stresse. É preciso apoiar estes pais, estar lá nos momentos mais complicados”, considera o pediatra, que apesar dos seus 95 anos continua atento às dificuldades das famílias e a trabalhar em prol delas. Da mesma forma, a alteração do papel das mulheres na sociedade também pesa nesta equação: “Oitenta por cento estão no mercado de trabalho e muitas sentem ‘culpa’ por não estarem em casa a tomar conta da família”. Outros dos fatores que mais desafiam a parentalidade, na sua opinião, são “os baixos salários, pouco tempo disponível e a competição entre os cuidadores e os pais: quando alguém lhes diz ‘Ele nunca faz isso comigo’ está, na realidade, a dizer ‘Tu não és importante’... Tudo isto é devastador para os pais e deve ser repensado”.

O caminho para a felicidade
Se os pais não viverem ameaçados e esmagados por todos estes fatores de stresse vão “apaixonar-se mais facilmente pelos seus bebés”, que são “transformadores e geradores de felicidade… uma oportunidade para os pais renascerem”, considera Kevin Nugent, diretor do Instituto Brazelton no Hospital Pediátrico de Boston, sublinhando que a relação entre os pais e o bebé é o ponto de partida mais importante para se alcançar a felicidade familiar.
“Todos os pais desejam que os seus filhos sejam felizes. Acreditamos que a relação inicial entre os pais e o bebé é a fundação para o desenvolvimento do bem-estar emocional e social e o caminho para a felicidade. Quando os pais começam a comunicar com os seus bebés e a tentar compreendê-los enquanto pessoas, desenvolvem sentimentos de afeição mútua e o período a seguir ao parto é uma oportunidade única para ajudar as famílias, através dos seus bebés, a encontrar o caminho”, defende Kevin Nugent.

Esta janela de oportunidade integra-se no modelo desenvolvido por Brazelton, designado por “Touchpoints”, que define momentos chave na vida do bebé e da criança, nos quais os profissionais de saúde podem “potenciar a competência parental na construção da relação pais-filhos e criar uma aliança entre os pais e os profissionais que fazem parte do seu sistema”. Esta filosofia pretende privilegiar, assumidamente, a relação bebé-família e apresenta como paradigma o recém-nascido. 

“Os pontos de referência são janelas de oportunidade onde as intervenções dos profissionais podem ter efeitos poderosos e prolongados. O do recém-nascido é o mais importante”, sublinha Nugent, explicando que “é um período de grande vulnerabilidade, quer para o bebé quer para os pais, sobretudo se são pais pela primeira vez.” Para os profissionais de saúde é “uma oportunidade privilegiada para intervir”. Mas, esclarece, “quem dita as regras é o bebé: temos que o ouvir porque é ele que nos diz o que precisa”. Para isso, é preciso “saber descodificar a sua linguagem”. Até porque, defende Brazelton, “a individualidade do bebé deve ser respeitada desde o início”.

Atenção aos pormenores
O bebé tem a capacidade de organizar os seus comportamentos de forma a deixar “transparecer a sua assinatura”, mostrando-nos, desde o início, quem é, “em toda a sua individualidade”. Por isso, nesta altura, todos os pormenores são importantes: “Um tremor, uma mudança na cor, um gesto, tudo é importante para perceber o que ele é e o que ele prefere… nada pode ser desvalorizado”. Kevin Nugent lembra que “é preciso que os pais percebam que podem compreender e confiar na linguagem dos bebés e que devem respeitá-la”. E o que o bebé nos diz, nesta fase, é essencialmente que tem padrões e que esses padrões devem ser respeitados: “Se eu estiver a dormir, por favor não me incomodes; se eu estiver acordado e alerta, brinca comigo, mas tem atenção para não me sobrecarregares em demasia; se eu chorar, acode-me…”. Os pais devem “confiar no bebé e no que ele lhes diz”, porque só assim “podem sentir-se seguros e confiantes de que são bons pais e capazes de fazer os seus filhos felizes”.

Os primeiros três meses de vida são, neste processo de reconhecimento mútuo, essenciais: “Um bom início é muito importante para a família”, sublinha Nugent, lembrando que “cada toque que é respondido, cada choro que é atendido, cada sorriso que é devolvido” cria não só um “equilíbrio no sistema neurológico” do bebé, como também reforça os alicerces da relação familiar, cimentada pela confiança mútua. “É com o bebé que se aprende a ser mãe e pai...”, acrescenta Brazelton, referindo que o papel dos profissionais de saúde é simplesmente apoiar os pais e ajudá-los a escutar os seus bebés. “Temos que ouvir os pais para perceber o que eles precisam, quais os seus receios e frustrações e só depois podemos oferecer ajuda. Temos de utilizar a linguagem e o comportamento do bebé para chegar até aos pais.”

A metodologia “Touchpoints” baseia-se no princípio de que as crianças não se desenvolvem de forma linear: há avanços e regressões e é sobretudo nos momentos de regressão que os profissionais de saúde podem ajudar. “A nossa intervenção é muito importante nas alturas em que o bebé não come, não dorme, está irritado… são os momentos oportunos para alcançar os pais e reforçar a relação com eles, quando se sentem sozinhos e vulneráveis”, explica Nugent, realçando que “não somos nós que ensinamos, são os bebés que os guiam. Nós só estamos ali para apoiar, confirmar e ajudar os pais a desenvolver aquele sentimento de ‘este é o meu bebé e eu sou capaz de fazer isto’”.

Referências bibliográficas:
  • Diogo, T. (2013). Mãe, escuta-me…. Retirado setembro 9, 2013, dehttp://www.paisefilhos.pt/index.php/destaque/6751?start=1 .

Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce)»»»» 30/09/2013

Educadora Infor+





O meu irmão é diferente

Os irmãos dos meninos diferentes também precisam de apoio. Para lidar com as emoções, quase sempre contraditórias, desencadeadas pela condição do irmão. E perceberem que os sentimentos negativos são normais e podem ser ultrapassados. 

Por vezes sentem culpa, vergonha e ressentimento, mas ao mesmo tempo são muito protetores, solidários e empáticos. Os irmãos dos meninos diferentes defrontam-se, com frequência, com emoções negativas, contraditórias e difíceis de lidar. Adoram o irmão, mas às vezes preferiam que ele não existisse. São os primeiros a defendê-lo, mas não conseguem evitar uma certa vergonha se estão com os amigos. São capazes de valorizar, melhor que ninguém, as suas pequenas conquistas, mas sentem que ele lhes rouba a atenção dos pais e ocupa demasiado espaço na família. Lidar com esta amálgama de sentimentos pode ser muito difícil e frustrante, e algumas crianças precisam de ajuda para os digerir e ultrapassar da melhor forma.
“Começámos a reparar, nas famílias que acompanhamos, que os irmãos dos meninos com perturbações começavam a apresentar alguns problemas de comportamento, relacionados com a diferença e as dificuldades do irmão”, conta Carolina Faro Viana, psicóloga clínica no Cadin - Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil.
Estes problemas de comportamento surgem, muitas vezes, apenas para chamar a atenção dos pais: “Sentem que, de alguma forma, se tiverem comportamentos desajustados conseguem a atenção necessária e então começam a imitar os comportamentos dos irmãos”. Ou então por questões mais emocionais: “Muitos sentem que têm responsabilidade sobre o irmão, que têm de tomar conta de toda a gente, que têm de crescer à pressa…”.
Foi por constatar que estas reações estavam muito presentes nestas crianças, e que requeriam atenção e apoio, que Carolina Faro Viana decidiu investir neste campo. “Em Portugal, não existem muitos dados de trabalho nesta área, porque nos centramos sempre mais nas crianças problemáticas, o que é normal… é por aí que os pais nos procuram. De qualquer forma, pareceu-nos fundamental trabalhar não só em termos de prevenção, mas também no momento em que estes comportamentos se verificam”, justifica a psicóloga, sublinhando que “isto não é uma perturbação em si, mas são caraterísticas que surgem naturalmente como resposta ao que acontece com os irmãos”.
Aos seis anos, Inês começou a revelar dificuldades em relação ao irmão, dois anos mais velho e com uma perturbação do espectro do autismo. “Começámos a notar sobretudo na interação com os colegas da escola”, conta o pai, José Miguel. “Quando se tratava de abordar as questões familiares, ela colocava demasiada ênfase, pela negativa, na questão do irmão”. Por outro lado, lamenta, “mau grado a evolução que se verifica, algumas crianças ainda não percebem ou não entendem a diferença”. E os sinais de que Inês estava a sofrer com a situação eram evidentes: “Maior distração e desconcentração nas tarefas, a necessidade constante de comparar o irmão, a tristeza e a abordagem sistemática de ‘porquê o meu irmão?’”.
Uma criança com uma incapacidade, perturbação ou deficiência tem um impacto profundo em toda a estrutura familiar. Os irmãos são obrigados a ajustar-se à sua condição, que consome mais tempo, atenção, dinheiro e apoio psicológico por parte dos pais. José Miguel conhece bem esse impacto: “O meu filho ‘consome’ mais recursos, quer em termos de atenção - na medida em que as várias áreas de autonomia não estão completamente asseguradas - quer em termos de recursos financeiros, pois as terapias são inteiramente suportadas por nós”. Além disso, sobrepõe-se o “cansaço físico e psicológico dos membros da família” e a “parca disponibilidade de tempo para o lazer e a relação completa com os amigos”.


Dar a volta às emoções negativas
Viver com um irmão diferente pode ser recompensador, mas ao mesmo tempo confuso e muito stressante. Além disso, as relações entre irmãos são, naturalmente, pontuadas por uma forte dualidade: ora se amam, ora se odeiam, ora se zangam, ora são grandes amigos e cúmplice. E isto acontece também nos casos em que um dos irmãos tem uma perturbação ou uma doença. “A diferença é que, nestes casos, há uma intensificação de algumas caraterísticas, que leva a que seja mais difícil lidar com a situação”. E os sentimentos negativos têm aqui bastante relevância, passando quase sempre pela culpa, vergonha e ressentimento.
“É frequente existir algum sentimento de culpa, sobretudo quando são mais pequeninos (é natural surgirem dúvidas como ‘será que fui eu que causei isto ao meu irmão?’), e vergonha, em especial se o irmão tiver comportamentos mais disruptivos (estar aos gritos no meio da rua, por exemplo). Este sentimento de vergonha é mais acentuado quando acontece à frente dos amigos e pode ser um dos mais difíceis de lidar”, sublinha Carolina Faro Viana, acrescentando que “por vezes também há algum ressentimento (‘Tu estás a ocupar o meu lugar’) porque os pais, naturalmente, dão muita atenção ao filho com o problema e os irmãos ressentem-se”.
Estas crianças revelam também uma “preocupação com o futuro (‘O que vai acontecer quando eu tiver de tomar conta deste meu irmão?’). Todas estas questões podem ser difíceis de digerir, “em particular a questão da culpa, do ressentimento e da vergonha”, sublinha a psicóloga.
Em contrapartida, surgem nestes irmãos caraterísticas positivas que importa valorizar: têm uma noção de tolerância, de proteção do outro e de adaptação social muito maior. É verdade que podem sentir vergonha do irmão, mas são sempre os primeiros a defendê-lo quando alguém faz um comentário. “Em termos de empatia com os outros, estas crianças são fantásticas e isto deve ser valorizado”. Normalmente, são crianças com caraterísticas “vincadas de interajuda, que não só são solidárias com os irmãos como também com os outros, porque conseguem compreender os seus problemas”. E conseguem também valorizar as “pequenas conquistas dos irmãos”. Ou seja, têm a capacidade de fazer algo que, por vezes, nós adultos não temos: “reforçar os pequenos ganhos que vamos tendo ao longo da vida”. E isto, nota Carolina Faro Viana, é muito importante.

Referências bibliográficas:
  • Diogo, T. (2013). O meu irmão é diferente. Retirado setembro 1, 2013, de http://www.paisefilhos.pt/index.php/destaque/6755.

Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce)»»»» 16/09/2013

Educadora Infor+

A importância de boas rotinas nos bebés e crianças

As rotinas são fundamentais na vida dos bebés e das crianças. No entanto, não significa que qualquer rotina sirva em pleno as necessidades específicas de cada fase do desenvolvimento do bebé.

 

No campo do sono, uma rotina adequada pode desenvolver a existência de estabilidade no ritmo circadiano, o que permite um melhor desenvolvimento do bebé a todos os níveis - físico, intelectual e emocional. Num bebé, este campo é o melhor avaliador do ajuste da rotina (face à idade, peso e mesmo temperamento do bebé). O sono é dos primeiros campos a dar sinais de perturbação quando a rotina, ou conjunto de rotinas, não são apropriadas. Uma rotina desadequada afeta também padrões alimentares, o comportamento geral, e quando arrastadas para depois da primeira infância, pode mesmo ter um impacto negativo no temperamento da criança.
Estabelecer rotinas consistentes e adequadas permite ao bebé criar um sentimento de confiança e segurança no mundo, e uma organização cognitiva das vivências do dia-a-dia que otimiza a sua aprendizagem - ao acordar, fazer as refeições, brincar, fazer as sestas e no fim do dia tomar banho e ir para a cama todos os dias às mesmas horas, e com a mesma cadência, o bebé vai conseguir prever o que vai acontecer a seguir. Esta capacidade de antecipar ajuda-o a perceber o que esperar e a confiar que os seus cuidadores vão conseguir satisfazer as suas necessidades, o que lhe transmite um sentimento profundo de segurança.

Quando são ligeiramente mais velhos, uma rotina adequada tem também a vantagem de diminuir os conflitos na relação pais-filhos. Será natural, e até desejável, que as crianças pequenas confrontem os pais na procura de poder, que tentem fazer as coisas à sua maneira. No entanto, embora existam muitas escolhas que possam ser feitas pela criança - com que brinquedo prefere brincar, a cor do prato onde vai comer, ou que roupa lhe apetece vestir (desde que não sejam chinelos no Inverno), existem decisões que competem aos pais. Apesar de ser expetável que algumas crianças a partir de certa idade achem preferível brincar a ir dormir, questões como a hora de deitar não devem ser questionadas pelas crianças, embora logicamente o tentem fazer. Existindo uma rotina ajustada, uma consistência diária, a probabilidade de existirem conflitos diminui porque a criança sabe com o que conta e percebe que “vai ser sempre assim”. A rotina dita a lei e diminui a “insistência” dos pais.

As rotinas ensinam comportamentos positivos e responsáveis, que promovem a saúde e a segurança das crianças. Através delas aprendem, por exemplo que se deve lavar sempre as mãos antes das refeições ou que se deve dar a mão a um adulto quando se atravessa a estrada. Assumem também um papel crucial no processo de retirar a fralda, seja durante o dia ou mesmo à noite, pois além da iniciativa funcional, permitem regular fisiologicamente o organismo.

As rotinas ajudam a desenvolver competências sociais. O bebé rapidamente começa a observar os ambientes em que se encontra e os padrões específicos de cada contexto, as pessoas com quem vai interagindo (ou com quem vê os pais a interagir). Vai captando os sinais e as rotinas sociais, como por exemplo, dizer “Olá” e “Adeus”, as circunstâncias para diferentes posturas, ou até mesmo algo tão simples como ter que esperar pela sua vez de falar. Importa, ainda assim, que o bom senso predomine, pois o excesso de rotinas se associado a um funcionamento rígido, inflexível e pouco empático por parte dos pais, pode anular estes benefícios.

Referências bibliográficas:
  • Trindade, A. & Albino, C. (2013). A importância de boas rotinas nos bebés e crianças. Retirado setembro 1, 2013, de http://crescer.sapo.pt/bebe/saude-e-seguranca/a-importancia-de-boas-rotinas-nos-bebes-e-criancas.

Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce)»»»» 02/09/2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O Outono chegou!




O Outono, estação associada à queda das folhas e a castanhas assadas, regressou ontem às 21h44m, num dia com temperaturas próximas das médias mais altas registadas nos últimos anos, nesta época, mas sem atingir o pico de 2004. 

Por isso, muito em breve trabalhos elaborados pelas crianças começaram a surgir! ;)


Educadora de Infância Zusana Diaz