quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Carnaval de Veneza inspirou o nosso Carnaval na Creche!



Inspirámos-nos no Carnaval de Veneza e eis que surgiram lindas máscaras na nossa sala!

Os pais em conjunto com os seus filhos elaboraram também fantásticas máscaras, tendo por base material reciclável.
 As crianças da Creche e da Ludoteca participaram ainda num baile de Carnaval, com direito a desfile!

Educadora Zusana Diaz, Educadora de Infância especializada em Educação Especial - Intervenção Precoce

Educadora Infor+




Yoga na infância: seus benefícios!

Quando o yoga foi criado, há milhares de anos atrás, o contacto com a Natureza era constante. Por isso os asanas são baseados na Natureza, no movimento dos animais e nas plantas. No yoga para crianças, através da imitação dos animais, transmitem-se as qualidades inerentes aos animais. A criança lentamente interioriza a suavidade da garça, a coragem do leão, o equilíbrio da árvore, a estabilidade da montanha, entre outros. O tempo de permanência em cada asana desenvolve a capacidade de concentração e ajuda os pequenos a conectarem-se com o seu mundo interior. É desta forma que eles aprendem o significado do yoga: a união, a expressão, a honra em si mesmo e que eles fazem parte da “teia” da vida. Desenvolvem um relacionamento íntimo com o mundo natural que os rodeia.

As crianças de hoje vivem em contextos sociais que, por um lado, limitam a sua mobilidade, atrofiando a musculatura - mais fechadas em casa e salas de aulas, o que conduz ao sedentarismo - e, por outro, as privam de desenvolver a criatividade (pela basta panóplia de produtos infantis que possuem ou a que têm acesso não necessitam de os imaginar/ criar). Estão igualmente submetidas a demasiadas imposições estereotipadas como sejam as da imagem e das expetativas materiais, o que proporciona estados de insegurança e timidez. 


Os propósitos do yoga infantil são precisamente contrariar o sedentarismo e a imobilidade através do fortalecimento/ alongamento muscular; estímulo à circulação sanguínea e por isso mesmo aos órgãos internos em geral; desenvolvimento da capacidade pulmonar, todas estas inevitavelmente associadas ao encontro com/  reconhecimento do corpo. Busca-se também uma maior consciência emocional e mental através da exercitação da memória; do estímulo à concentração; da promoção da imaginação e criatividade, o que por si conduz à autoanálise, a uma maior noção dos sentimentos que nutrem por si e pela realidade que as envolve.

Como obtemos o yoga para crianças? Partindo do yoga clássico e introduzindo o movimento livre (bastante desinibidor); através de jogos e exercícios em pequeno grupo; concedendo espaços de partilha e permitindo/ promovendo sugestão criativa por parte das crianças. Sessões nas quais as crianças participam de forma autónoma, proporcionando o crescimento saudável, a responsabilização e a autoestima.

Porquê? Porque são elas (crianças) o nosso futuro. Porque urge criar novos valores que nos reaproximem da natureza e do humanismo. Porque o yoga trabalha de forma integral i.e. partindo do corpo aposta-se numa mente mais sã e consciente de si.

Referência bibliográfica:
Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce) »»»» 21/01/2013

Atividades na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira - mês de Março




atividade: nascido para ler – estórias do tamanho da minha altura: eu e o meu papá de Ritchie Alison
sinopse: este projecto destina-se a crianças que começam a dar os primeiros passos no mundo dos livros e da leitura. É uma hora de conto, com novos contos e modos de contar; e como contas num colar, que se podem pôr e tirar conforme a cor que se quer usar.
público-alvo: bebés com 6 aos 36 meses, acompanhadas pelo PAI.
data: 9, 23 de Março às 10h30 e 11h15 
hora: 10h30 e 11h15 (30m)
local: bebeteca
orientado por: núcleo pedagógico

atividade: hora do conto e oficina de expressão artística: o meu papá é grande, é forte, mas …de Carolie Saufo
sinopse: Este papá de gravata e com um ar exausto não quer ir para a cama e faz uma grande birra antes de se ir deitar. Por fim, depois de muitas negociações e de voltas e mais voltas pela casa toda, lá se consegue levá-lo. Mas ainda é preciso ler-lhe um livrinho antes da fatídica pergunta do costume: «Alexandre, meu filho, posso dormir na tua cama?»
público-alvo: PAI e filhos com mais de 3 anos
data: 16 de Março 
hora: 15h00 (1h30)
orientado por: núcleo pedagógico

Nota: Estas duas atividades serão dedicadas ao Pai. Solicitamos que seja o pai a acompanhar os seus filhos nestas sessões.

Para mais informações e marcações, contacte, por favor, a biblioteca municipal através do telefone 256377030/5, fax 256377031 ou email bmfeira@gmail.com. (inscrições limitadas e sujeitas a confirmação)
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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Educadora Infor+



O controlo da urina e das fezes nem sempre é fácil e tem os seus segredos!

Controlo da urina
- As raparigas geralmente controlam a urina e as fezes mais cedo do que os rapazes.
- Por volta dos 18 meses a maior parte das raparigas deixa particamente de urinar na fralda durante o dia; pelos dois anos metade deixa de urinar de noite; junte mais seis meses para os rapazes; por volta dos três anos, três quartos das crianças não precisam de fralda nem de dia, nem de noite; pelos cinco anos, esse número eleva-se para os 90%.
- A evolução do controlo da urina não pode ser acelerada, mas pode ser retardada - especialmente por si. As causas mais comuns do atraso são os pais demasiado autoritários ou obsessivos e, em segundo lugar, os que não se interessam nada.
- Não pode estar mais enganado se pensa que o seu filho recusa o bacio por maldade. Isso não é verdade; foi o seu comportamento que o treinou a comportar-se assim. Por isso, por favor, não o castigue e nunca lhe bata.

Controlo das fezes
- A maior parte dos pais, especialmente as mães, considera fundamental evacuar uma vez por dia, mas não é verdade.
- Os pais cujos filhos retêm indevidamente as fezes são geralmente aqueles que examinam o bacio após cada utilização para verem se a quantidade é suficiente.
- Se alguma vez der consigo a segurar uma criança aos gritos e aos pontapés no bacio, desista, seguir-se-ão problemas de intestinos.
- A prisão de ventre é comum entre as crianças cujas mães as obrigam a sentar-se no bacio quando elas não querem.
- Não demonstre repulsa pelas fezes do seu filho. Para ele usar o bacio é uma proeza e, por isso, sente-se orgulhoso delas.
- Os casos de crianças que evacuam nas cuecas parecem estar associados a um ambiente de tensão em casa. Quando isso ocorre com frequência, pode ser um problema, predominantemente de rapazes que foram treinados à força a usar a sanita.
- A regra de ouro é não forçar e não dar demasiada importância.

Evitar problemas com o treino para usar o bacio
- É mais provável que surjam problemas se estiver determinado a ensinar o seu filho precocemente; a maioria das perturbações relacionadas com o controlo da urina resultam de se forçar a criança a usar o bacio, recorrendo à disciplina para impor a vontade do adulto. Não leve muito a peito o treino para lhe tirar as fraldas.
- Deixe a criança desenvolver o seu próprio ritmo, não há forma de acelerar o processo e a mãe só deve ajudar. O que pode fazer é agir rapidamente quando ela der sinal que quer urinar e assegurar que o bacio ou a sanita estejam rapidamente disponíveis e facilmente acessíveis. Elogie-a muito, também.

Referência bibliográfica:
  • Stoppard, M. (2004). Os primeiros anos do seu filho -  como descobrir e desenvolver as potencialidades das crianças. Porto: Editora Civilização.
Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce) »»»» 07/01/2013

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sentir, explorar e crescer - tema do projeto pedagógico da Creche



As crianças aprendem ativamente. Adquirem conhecimento experimentando o Mundo à sua volta, escolhendo, explorando, transformando e fazendo experiências. Pretende-se estabelecer as condições necessárias para que se criem adequadamente as estruturas da sua personalidade, que começa agora a ser construída. Ao longo deste ano letivo, pretendemos partir da descoberta e da exploração do meio que nos rodeia, de forma a proporcionar oportunidades às crianças de realizarem aprendizagens significativas e, acima de tudo, aprender a aprender e a ser, de forma lúdica e divertida. O tema do projeto pedagógico da sala dos pequenos exploradores - “Sentir, explorar e crescer” -, foi pensado com base no grupo de crianças, nas suas características, na sua faixa etária e na grande variedade de aprendizagens que se pode fazer através do “sentir” e do “explorar” o que quer que seja.   

Saber mais acerca dos sentidos… Os sentidos informam o ser vivo sobre o seu próprio corpo e sobre o meio que o rodeia. A sobrevivência dos seres vivos depende da capacidade de resposta aos estímulos provenientes do meio. É através dos sentidos que obtêm as informações necessárias para reagir face ao perigo, para procurar alimentos e ver se estes estão em condições de serem consumidos, para se adaptar às condições climatéricas ao longo do ano ou às diferenças de temperatura e de luminosidade durante um dia, entre outras. Os cinco sentidos do Homem permitem a descoberta da natureza física do meio através da visão, do tato e da audição e da natureza química através do olfato e do paladar.
   
Explorar imagens com as crianças, colocar sobre um tabuleiro uma fotografia, um frasco com perfume, uma taça com pedaços de frutas diferentes descascadas, uma esponja e uma cassete com música, são exemplos de atividades/experiências que se podem proporcionar às crianças. Como é que sabemos o que está no tabuleiro? Se fecharmos os olhos conseguimos descobrir? Como é que podemos saber o que contém o frasco? Que partes do corpo utilizamos? Podemos cheirar e provar. E se só provássemos sem ter cheirado antes o que é que nos podia acontecer? Em que outras situações o olfato pode proteger-nos? De olhos fechados o que é que nos ajuda a reconhecer quais são as frutas da taça que estamos a comer? E se quisermos saber o que é que está gravado na cassete? Com que parte do corpo podemos descobrir a esponja? Qual é o sentido que mais nos ajuda a conhecer o que está à nossa volta? Há coisas que não podemos descobrir sem as ver? 

Zusana Diaz, Educadora de Infância especializada em Educação Especial - Intervenção Precoce