sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Berçário & Creche “Tia São” reabre depois das férias




O Berçário & Creche “Tia São” reabre depois de três semanas de férias. As atividades recomeçam no dia 2 de setembro, segunda-feira, estando a instituição aberta para receber as crianças do Berçário, Creche e Ludoteca. 

Educadora de Infância Zusana Diaz

Vagas disponíveis para o ano letivo 2013-2014




Ainda há vagas disponíveis na instituição “Tia São”. Os pais poderão visitar a instituição e assegurar, ainda, vaga para o seu filho numa das valências da instituição, de entre as quais o berçário e a sala do grupo de crianças entre os 1 e os 3 anos de idade. Para crianças mais velhas, que já frequentam o Pré-escolar e o Ensino Básico, temos a sala de estudo e a ludoteca. Para mais informações poderão contactar-nos através do e-mail tiasao@sapo.pt; do número de telefone 256374106 e do blogue http://crechetiasao.blogspot.pt/. Poderão também visitar-nos no Facebook. 

Educadora de Infância Zusana Diaz

Tia São disponibiliza um novo serviço




A equipa do Berçário & Creche “Tia São” disponibiliza um novo serviço neste arranque do ano letivo 2013-2014 - o Serviço de Intervenção Precoce na Infância. Irá funcionar numa das salas da instituição e os serviços disponibilizados destinam-se a crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 6 anos de idade, preferencialmente dos 0 aos 3 anos, que apresentem deficiência ou risco de atraso do desenvolvimento. A Intervenção Precoce na Infância desenvolve um projeto que tem como objetivo favorecer a interação global da criança/família, permitindo um atendimento em que a avaliação/intervenção são contínuas por uma equipa transdisciplinar. Prestamos apoio técnico-pedagógico e terapêutico de acordo com as necessidades ao nível do desenvolvimento. Apoiamos e damos informação às famílias (desenvolvimento/educação da criança, cuidados a prestar à criança, requerimento de apoios formais e informais, integração escolar). A intervenção assenta em programas individualizados desenvolvidos na sala de Intervenção Precoce. A equipa é composta por Educadora de Infância especializada em Intervenção Precoce, Psicóloga, pais e outros técnicos de várias entidades/serviços. 

Educadora de Infância Zusana Diaz

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Educadora Infor+




Varicela - que pintinhas tão chatinhas!
 
A verdade é que, tratando-se de crianças saudáveis, o melhor será mesmo permitir o contágio. Regra geral é sempre preferível que tenham a doença ainda na infância. A varicela é uma doença infeciosa, altamente contagiosa, causada por um vírus, o Vírus Varicela Zoster (VZV), pertencente à família Herpesvírus.

É uma doença da infância, atingindo preferencialmente crianças entre os 2 e os 10 anos de idade, podendo, contudo, surgir em pessoas suscetíveis (não imunes) de qualquer idade. Ocorre predominantemente no fim do inverno ou início da primavera, sendo frequente o aparecimento de surtos.

A transmissão pode fazer-se de duas formas: por contacto direto com as lesões cutâneas ou indiretamente, através do ar contaminado com secreções respiratórias (espirros, tosse, gotículas de saliva) de indivíduos infetados. O risco de transmissão começa cerca de dois dias antes do aparecimento das lesões cutâneas e só termina quando todas as lesões se encontram em fase de crosta. Assim, se o seu filho contrair varicela, só deverá permitir que volte à Creche quando todas as lesões estiverem "secas". O risco é mais elevado em situações de contacto íntimo ou de permanência em ambientes fechados (creches, salas de aula, salas de espera de consultórios, enfermarias...). Se ocorrer um contacto intrafamiliar a probabilidade de vir a desenvolver a doença é muito grande (cerca de 80% a 90%), pelo que o aparecimento de um caso numa família implica, em geral, o contágio de todos os membros não imunes.

 O período de incubação, isto é, o tempo entre o contacto com a pessoa infetada e o aparecimento da doença, pode ir de 10 a 21 dias. Embora em alguns indivíduos a doença possa manifestar-se de forma muito discreta, passando por vezes mesmo despercebida, não deixa de ser igualmente transmissível. Além disso, como o período de contágio começa antes do aparecimento das lesões, a transmissão pode ocorrer através de uma pessoa aparentemente saudável que só posteriormente desenvolveu a doença.


Sintomas
A febre baixa é frequentemente o primeiro sintoma de varicela, podendo associar-se a dor de cabeça, dor de garganta, dor de barriga, cansaço e diminuição do apetite. Cerca de dois dias depois aparecem pequenas manchas vermelhas, normalmente na face, tronco e couro cabeludo, que podem espalhar-se para o resto do corpo. Provocam muita comichão e transformam-se rapidamente (em poucas horas) em "bolhinhas" cheias de líquido. Estas bolhas vão-se rompendo e secando, formando crostas em alguns dias (1-3 dias). À medida que se vão formando crostas, novas manchinhas aparecem, de modo que, numa mesma área de pele, podem encontrar-se manchas, bolhas e crostas. Habitualmente só deixam de aparecer novas lesões ao fim de 5 dias.

Também é frequente o aparecimento de lesões nas mucosas (boca, genitais...). Se isso acontecer, é natural que o seu filho tenha alguma dificuldade em comer, pelo que deverá oferecer-lhe alimentos mornos ou frios e moles, evitando os ácidos (laranja, quivi) e os salgados. O número de lesões pode ser muito variável, sendo habitualmente maior em crianças com patologia dermatológica de base como, por exemplo, eczema.


Tratamento
Regra geral, o tratamento da varicela é sintomático, de modo a minimizar os sintomas e desconforto dela decorrentes. Um banho de água morna, com óleo emoliente, pode proporcionar algum alívio, mas tenha sempre o cuidado de secar sem esfregar. Não aplique pomadas nem talco. As lesões infetadas devem ser desinfetadas. Tenha também cuidado com a exposição solar. As áreas de pele atingidas são mais suscetíveis a queimaduras solares, além de que o sol pode realçar lesões residuais. É também essencial cortar as unhas. Não se esqueça que as lesões "agredidas" têm maior probabilidade de infetar e, consequentemente, deixar cicatrizes.

O paracetamol pode ser utilizado quer para baixar a febre, quer para aliviar o desconforto, especialmente nos primeiros dias. Mas, cuidado: nunca deve dar ácido acetilsalicílico ou derivados (como Aspirina®, Aspegic®) a crianças com varicela. A sua utilização pode conduzir ao desenvolvimento de uma reação grave - a síndrome de Reye. Pode também associar-se um anti-histamínico para aliviar a comichão. Embora exista um fármaco específico, este não é capaz de eliminar o vírus, podendo apenas diminuir a duração e intensidade dos sintomas. A sua utilização rotineira em crianças saudáveis não está indicada, mas deverá ser prescrito a indivíduos com maior risco de complicações (crianças com menos de 1 ano, adolescentes, em casos de doença exuberante, doença crónica pulmonar ou dermatológica subjacente, tratamento prolongado com corticosteroides e imunodeprimidos) ou quando se trata de um segundo caso intrafamiliar ou numa instituição. Para ser eficaz deverá ser iniciado o mais rapidamente possível, idealmente nas primeiras 12-24 horas de doença.


Referências bibliográficas:

  • Afonso, Ariana. (2013). Varicela - que pintinhas tão chatinhas! Educare.pt - o portal de Educação. Serviço de Pediatria do Hospital de Braga. Retirado junho 9, 2013, de http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=1425A8DBAD6A474AAF81F0555CE0D6C9&opsel=2&channelid=0.



Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce) »»»» 17/06/2013

Educadora Infor+


 
 
Gastroenterite: o que é?
A gastroenterite é uma inflamação aguda que compromete os órgãos do sistema gastrointestinal. O problema é mais comum no Verão e em locais sem tratamento de água, rede de esgoto e água encanada. Causa irritação e inflamação das mucosas do estomago e dos intestinos.

Causas

A gastroenterite pode ser provocada por vírus, bactérias e parasitas, que podem ser transmitidos pelo ar, pela mão em contato com a boca e por intoxicação alimentar. Uma das bactérias mais comuns é a Salmonella, encontrada em frango e ovos crus. Alimentos conservados com pouca higiene e sem refrigeração podem favorecer o acúmulo de micro-organismos que causam a gastroenterite. Alguns medicamentos, incluindo os antibióticos, e a intolerância à lactose também podem estar na sua origem. Trata-se de uma infeção que pode ser transmitida de pessoa para pessoa, sobretudo se não se lavar bem as mãos depois de ir à casa de banho.

Sintomas

Entre os sintomas comuns da gastroenterite estão: febre, enjoo, diarreia, vómitos, dores abdominais, perda de peso, perda de apetite e desidratação.  Os sintomas costumam durar entre 24 e 36 horas.


Tratamento

Se for causada por vírus, a gastroenterite pode passar sozinha e o tratamento serve apenas para amenizar sintomas e repor a perda de líquidos. O mesmo acontece em alguns tipos de bactérias. Mas é importante lembrar que medicamentos que combatem a diarreia só podem ser tomados com orientação médica. Dependendo do tipo de bactéria, pode ser necessário tomar antibióticos ou outros medicamentos e - em casos mais graves - pessoas com hidratação em grau moderado a grave também podem precisar de tratamento intravenoso para repor líquidos no organismo.

Prevenção

Lavar as mãos cuidadosamente é uma das principais formas de evitar a transmissão da gastroenterite. Frutas e vegetais também têm de ser bem lavados antes do consumo.
É importante evitar consumir alimentos em restaurantes e estabelecimentos que não tenham higiene adequada. Maionese, molhos e outros alimentos altamente perecíveis devem ser refrigerados no frigorífico, respeitando o prazo de validade.

Conselhos
Sal, açúcar não. A desidratação provocada pela diarreia pode ser evitada acrescentando uma colher (chá) de sal a cada litro de água ou sumo. Não se recomenda a ingestão de bebidas doces, pois podem prolongar a diarreia.
Mãos limpas. Há que manter as mãos rigorosamente limpas, sobretudo, depois de ir à casa de banho e antes de cozinhar ou de comer.
Casa de banho desinfetada. Para impedir o contágio da doença a outros membros da família, desinfete a casa de banho diariamente, enquanto estiver doente.

Referências bibliográficas:
  • Minha vida. (2013). Tudo sobre gastroenterite. Retirado maio 30, 2013, de http://www.minhavida.com.br/saude/temas/gastroenterite.
  • Sapo saúde. (2013) Gastroenterite. Retirado maio 30, 2013, de http://saude.sapo.pt/saude-medicina/medicacao-doencas/doencas/gastroenterite.html.

Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce) »»»» 03/06/2013