quarta-feira, 12 de junho de 2013

Oficinas de Verão na Creche & Berçário “Tia São”





Ao longo do mês de junho, julho e também em alguns dias do mês de agosto decorrerão as Oficinas de Verão na “Tia São”!

Serão dinamizadas semanas temáticas, entre as quais a semana do ambiente, do cinema, do desporto, da alimentação, da família, da quinta e da amizade. Poderão inscrever-se crianças a partir dos 4 anos de idade. 

Vá lá, inscreve-te e traz um amigo! 

Poderás contactar os responsáveis através dos números de telemóvel 910009316, 913332510 e 960291555 ou do e-mail tiasao@sapo.pt. 

Educadora de Infância Zusana Diaz

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Dia Mundial da Criança assinalado na Creche “Tia São”





O Dia Mundial da Criança foi assinalado no dia 31 de maio, sexta feira, na Creche “Tia São”. Todas as crianças vestiram uma t-shirt branca, especialmente pintada (por elas) para usar neste dia. Puderam, também, nos dias que antecederão o dia de festa pintar-se num pedaço de papel de cenário. 

As crianças sendo tão pequeninas adoraram esta experiência. Tiveram um almoço e lanche melhorado com doces e bebidas trazidos pelos pais. O grupo de crianças teve, inclusivamente, a oportunidade de participar na confeção de pipocas, as quais fariam depois parte da lembrança que levaram para casa ao final do dia. Da parte da tarde, as crianças largaram balões, os quais “fugiram” em direção ao castelo de Santa Maria da Feira. Brincaram e dançaram ao som de músicas infantis no espaço exterior. Os pais também trabalharam um bocadinho pois escreveram mensagens especialmente dedicadas aos seus filhos. 

Educadora de Infância Zusana Diaz

Educadora Infor+

Nasceu o meu irmão

Por vezes, o nascimento de um irmão pode vir a revelar-se numa etapa muito difícil para uma criança. A ansiedade pode dar lugar ao sentimento de segurança e traduzir-se em alterações de comportamento. Cabe aos pais intervir para ajudar a criança a viver serenamente esta nova etapa da sua vida.

O nascimento de um irmão pode constituir uma etapa muito difícil na vida de uma criança. Esta que até ao nascimento do irmão ocupava o "papel principal" no contexto familiar sente que, com o nascimento deste, a maior parte do tempo e atenção que lhe eram dedicados pelos pais é canalizada para o irmão mais novo. Para a criança, esta mudança de atitude dos pais pode significar que eles já não gostam tanto dela. Por esta razão vai entrar em competição com o irmão, no sentido de conseguir a atenção dos pais e poder tirar vantagens disso. A criança procura defender o seu estatuto privilegiado e tenta minimizar os prejuízos provocados pelo nascimento do irmão.
Todo este processo envolve geralmente ansiedade, que frequentemente se traduz em determinados comportamentos típicos, tais como: regressão no controlo dos esfíncteres (deixar de reter as fezes e a urina), regressão na capacidade de expressão verbal (palavras que já eram pronunciadas corretamente passam a sê-lo de uma forma incorreta) e alterações de humor (birras, choro frequente, etc.). Apesar de estes comportamentos serem normais, eles significam que esta está a ser uma etapa difícil para a criança. Por esta razão, os pais devem intervir ativamente no sentido de ajudar a criança a viver esta nova etapa da sua vida de uma forma mais adequada.

Embora cada caso seja um caso e não existam receitas, ficam aqui algumas sugestões que poderão ajudar a apoiar mais adequadamente o seu filho nesta etapa:
  • O nascimento de um irmão deve ser comunicado à criança antes de ocorrer. Não existe uma forma única de o fazer, o importante é que a explicação seja adequada à faixa etária da criança. Um jogo ou uma história pode ser uma boa forma de comunicar o nascimento do irmão, sobretudo se a criança for muito pequena.
  • Dê ao seu filho a oportunidade de colaborar em todos os preparativos relacionados com o nascimento do irmão: escolher a decoração do quarto, comprar roupas e outros produtos de que o bebé irá necessitar.
  • Após o nascimento, envolva o seu filho o mais possível nas tarefas relacionadas com o cuidar do bem-estar do irmão, mostrando-lhe o quanto é útil a sua colaboração. As tarefas exigidas à criança deverão ajustar-se ao seu nível de competência.
  • Sempre que seja oportuno chame-lhe a atenção para as vantagens de ser mais crescido: ser grande implica poder comunicar de uma forma mais eficaz e poder deslocar-se de uma forma mais autónoma.
  • Se anteriormente existiam momentos de grande convívio entre a criança e os pais, estes devem continuar a existir.
  • Seja exigente no cumprimento das regras já estabelecidas antes do nascimento do irmão. Esta exigência deve, no entanto, ser feita de uma forma muito afetuosa, para que a criança não veja nos castigos nem na exigência um sinal de falta de amor dos pais.

Referências bibliográficas:
  • Monteiro, A. (2010). Nasceu o meu irmão - Educare.pt. Retirado abril 19, 2013, de http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=1037623119E43A1FE0440003BA2C8E70&opsel=2&channelid=0.

Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce) »»»» 22/04/2013

Educadora Infor+


A delicada passagem da Creche para o Pré-escolar

A inserção no Pré-escolar torna-se mais fácil para as crianças que frequentaram a Creche? As opiniões divergem.

Em alguns infantários públicos as educadoras telefonam para a Creche para obter informações por parte dos colegas que seguiram o pequeno no período precedente. Nos infantários privados esta iniciativa é deixada ao critério dos educadores. Em qualquer caso, a comunicação entre educadores tem grande valor e contribui para que os professores e pais, abordem cada criança de maneira mais consciente.

Alguns pediatras não são favoráveis às creches já que, para além de adoecerem com maior frequência, as crianças mostram também uma maior necessidade da família, e da mãe em particular. A Creche representa, assim, uma solução nas famílias em que falta o apoio dos avós e nas quais ambos os pais trabalham. Mas nesta relação que estabelecem com meninos de zero aos três anos de idade, as educadoras não ministram apenas os cuidados que dizem respeito à educação, sono e higiene: também os aspetos psicológicos e educativos são importantes, em conjunto com a capacidade de socialização.

A colaboração entre os educadores da Educação Pré-escolar e os da Creche, e de maneira concertada com os pais, é vantajosa no sentido de valorizar as etapas do crescimento: adquirir novos conhecimentos, seguir as regras, partilhar princípios de vida, saber reconhecer as alturas para brincar e as alturas para se empenhar nas diferentes atividades. As crianças aprendem, assim, a estar com outras pessoas além das que constituem o núcleo familiar e a relacionar-se não apenas com colegas da mesma idade, mas também com os diversos adultos.

Dicas para a escolha de uma Creche:
- Não escolha só pela boa aparência, consulte quem já utilizou o serviço;
- Informe-se sobre a proposta pedagógica da instituição e a formação dos profissionais;
- Prefira as pré-escolas ou creches próximas da sua casa;
- Leia atentamente os contratos e fique atenta a valores, multas e rescisões;  
- Guarde todos os recibos (comprovativos de pagamentos);
- Respeite o período de adaptação. Ele é importante para a criança, para si e para a instituição;
- Certifique-se de que é um local limpo, organizado, seguro, iluminado, ventilado e com espaço para brincadeiras. Não esqueça também de ver as condições das instalações e dos brinquedos;
- As refeições devem ser preparadas com higiene e devem seguir a orientação de um nutricionista. E, se possível, conheça a cozinheira.

Referências bibliográficas:
  • Pré-natal. (2010). A delicada passagem da Creche para o infantário Pré-escolar. Retirado março 19, 2013, de http://www.prenatal.pt/prenatal/pt/articles/2008/10/article_545.html.
  • Guia do bebê. (2013). A delicada relação entre a mãe e a Creche-escola. Retirado março 19, 2013, de http://guiadobebe.uol.com.br/a-delicada-relacao-entre-a-mae-e-a-creche-escola/.

Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce) »»»» 08/04/2013

sábado, 1 de junho de 2013

A Nossa Ludoteca


Na nossa Ludoteca, as crianças tem a oportunidade de enriquecer os conhecimentos e dar largas à imaginação através do visionamento de filmes, da representação de histórias, da expressão plástica ou da construção de jogos e brinquedos.


Para alcançar os objetivos de desenvolvimento integral das crianças, a nossa Ludoteca acompanha de modo específico as áreas do desenvolvimento motor, social, cognitivo, comunicação e construção dos códigos formais de aprendizagem das crianças. 


Por oposição a uma lógica dominante de jogo/trabalho, em que se procura fazer uma utilização pedagógica sistemática do jogo e em que a informação é recebida e memorizada de forma mecânica, na nossa Ludoteca, no âmbito de uma educação que deve ser "libertadora", faz-se a apologia do jogo/prazer enquanto elemento facilitador de processos de personalização e socialização, cumprindo assim a sua função educativa, social e cultural. 

Importa, acima de tudo, fomentar uma atitude positiva de prazer perante a vida, valorizando mais os processos de aprendizagem do que os produtos e, sobretudo, incentivar tomadas de consciência que possibilitem a liberdade de escolha.



A este respeito, e apesar de se considerarem idênticos os princípios orientadores, a principal diferença entre os ATL e as Ludotecas reside no facto de os primeiros se terem submetido a uma lógica de educação formal e instituído práticas em continuidade com as práticas do ensino. Nós queremos trabalhar com as escolas em linha de complementaridade, não de submissão.





E porque hoje é o Dia Mundial da Criança, citando Fernando Pessoa:

"Ai que prazer
 Não cumprir um dever, 
 Ter um livro para ler
 E não o fazer! 
 (...)
 Grande é a poesia, a bondade e as danças, 

 Mas o melhor do mundo são as CRIANÇAS!"










Carlos Eduardo (Animador Sociocultural)