segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

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BRINCAR AO FAZ DE CONTA É ESSENCIAL!

CRESCER: Brincar “de casinha”, de médico, de professor... As crianças gostam de imitar os adultos? Essa é a forma como fundamentalmente aprendem! Imitando os adultos, por meio de jogos e situações de faz de conta, as crianças procuram compreender o mundo e as ações humanas nas quais estão inseridas no quotidiano. Até aos quatro anos de idade, a imitação é uma estratégia de conhecimento, um recurso de aprendizagem essencial para o desenvolvimento do ser humano.



Os pais podem estimular de que forma o faz de conta? Oferecendo livros, lendo histórias, levando-os aos museus, parques, teatro, cinema, fazendo viagens, ouvindo música com eles, enfim... contribuindo para que elas tenham bagagem e repertório para brincar. Além disso, o olhar carinhoso, compreensivo, aprovador e acolhedor dos pais enquanto os seus filhos brincam, fazem as suas descobertas, é fundamental para a construção do ser humano.



Até que ponto os pais podem brincar com os seus filhos ao faz de conta? Eles devem “corrigir” o que a criança faz de errado? Isso poderia ensinar ou bloquear a criatividade? Não é um momento de “ensinar” algo às crianças. Não há correção na brincadeira. A função educacional deve ser posta em prática na hora de dormir, nas refeições e assim por diante. Durante a brincadeira, o que é eficaz é o exercício do ensaio e do erro. Quanto ao tamanho da participação, as crianças são ótimas para dar o limite aos pais. Quando elas não precisarem mais dos adultos para brincar, elas vão dizer.



Conclusão

É uma atividade psicológica de grande complexidade, assim como uma atividade lúdica que desencadeia o uso da imaginação criadora pela impossibilidade de satisfação imediata de desejos por parte da criança. Este tipo de atividade enriquece a identidade da criança, porque ela experimenta outra forma de ser e de pensar; amplia as suas conceções sobre as coisas e pessoas, porque a faz desempenhar vários papéis sociais ao representar diferentes personagens. A capacidade de encontrar formas de encaminhar o que se quer pode ser conquistada numa situação lúdica: ao exercitar nos jogos a habilidade de lidar com os sentimentos que eles despertam e com os desafios, busca-se competência para administrar situações quotidianas com eficácia.



Referências bibliográficas:




Zusana Matos Diaz (Educadora de Infância de Intervenção Precoce) »»»» 24/12/2012

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